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domingo, 16 de outubro de 2016

PF prende funcionário dos Correios que ganhava R$ 1,5 mil mas tinha R$ 2,5 milhões na conta

Operador de empilhadeira é suspeito de integrar organização criminosa que montou um esquema paralelo de postagens
A Operação Mala Direta, deflagrada pela Polícia Federal nesta sexta-feira (14), prendeu o operador de empilhadeira Edson Andre Silva, o ‘Sukita’, sob suspeita de integrar organização criminosa que montou um esquema paralelo de postagens nos Correios em São Paulo – o rombo estimado alcança R$ 647 milhões.
A PF descobriu que ‘Sukita’ ganha salário mensal de cerca de R$ 1,5 mil, trabalhando nos Correios, mas em um período de dois anos movimentou R$ 2,5 milhões na conta.
‘Sukita’, 42 anos, concorreu a uma cadeira na Câmara do município de Francisco Morato, na Grande São Paulo. Teve 532 votos e não se elegeu. Segundo a PF, ele é um dos seis funcionários dos Correios capturados na Mala Direta sob suspeita de corrupção passiva. ‘Sukita’ é operador de empilhadeira, segundo a PF.
Três empresários também foram presos – um quarto está foragido. A Justiça Federal bloqueou R$ 13 milhões da organização.
O delegado não informou o nome dos empresários e nem dos funcionários dos Correios – a PF não divulga a identidade dos investigados. A reportagem apurou entre advogados que o alvo com movimentação milionária, preso na Mala Direta, é Edson ‘Sukita’.
“Esse funcionário, com quase dez anos de Correios, lidava diretamente com os empresários”, destacou Ferreira Neto. “Quando pegamos os salários desses empregados e verificamos o padrão de vida deles constatamos a total incompatibilidade com o patrimônio. Esse funcionário que movimentou R$ 2,5 milhões não fez nenhuma declaração ao Imposto de Renda. Os rendimentos desse empregado de aproximadamente R$ 1,5 mil chamaram muito a atenção.”
‘Sukita’ não declarou os ativos à Justiça eleitoral, quando registrou sua candidatura a vereador pelo PMDB. Declarou apenas a posse de um Honda CRV avaliado em R$ 94 mil e uma casa de R$ 240 mil, ou seja, patrimônio total de R$ 334 mil.

Fonte: Gazeta do Povo
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Pente fino no INSS cancela 80% dos auxílios-doença no país

A revisão dos auxílios-doença e aposentadorias por invalidez, concedidos pelo INSS há mais de dois anos, foi iniciada em setembro. Em um mês de operação, já foram avaliados cinco mil benefícios de um total 1,6 milhão, 80% deles foram cancelados.
O balanço foi divulgado, ontem (14), pela Associação Nacional dos Médicos Peritos do INSS. Cruzamentos iniciais apontam que metade dos segurados que passaram pela revisão estavam trabalhando e contribuindo com a Previdência, o que não é permitido.
Vinte por cento dos envolvidos nunca contribuíram com a Previdência ou não atingiram o número mínimo de contribuições necessário para ter direito ao benefício. Conforme o governo, anualmente, o auxílio-doença gera uma despesa de R$ 1 bilhão. Já as aposentadorias por invalidez exigem gastos mensais de R$ 3,6 bilhões.
Procurada pela Rádio Uirapuru, a Agência da Previdência Social de Passo Fundo informou que ainda não possui levantamento sobre as cessações de auxílio-doença e de migrações para o regime de aposentadoria por invalidez no município.
O primeiro balanço oficial do INSS sobre o Programa de Revisão dos Benefícios por Incapacidade, regulamentado pela MP 739, será divulgado no final desse mês.

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Mobilização para reestruturar a Rádio Coletiva FM

Um mutirão de limpeza foi realizado na sede da emissora e lideranças devem buscar recursos para a rádio comunitária
Limpeza foi realizada durante esta sexta-feira, 14, na sede da emissora (Fotos: Rádio Coletiva FM/Divulgação)
Após a Rádio Coletiva FM, de Cristal do Sul, ter sido incendiada, a direção da emissora e lideranças da comunidade estão em busca de sua reestruturação. Para isso, um mutirão de limpeza foi realizado durante esta sexta-feira, 14, na sede da emissora.
Além disso, na próxima quarta-feira, 19, uma reunião irá acontecer na sede da Câmara de Vereadores do município. O encontro, que deve iniciar por volta das 19 horas, contará com a presença da equipe diretiva da rádio comunitária e de lideranças locais. O objetivo é buscar recursos para reestruturar a emissora e possibilitar o seu retorno ao ar. O fato está sendo investigado pela Delegacia de Polícia Civil de Rodeio Bonito, que suspeita de motivação política para o ataque.



Fonte:OAltoUruguai
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